Como a falta de exercício físico afeta o cérebro

À primeira vista, o exercício físico  parece não ter nada a ver com o cérebro, mas na verdade está muito ligado com a saúde cerebral. Muitas pesquisas já foram realizadas sobre a relação entre o cérebro e o movimento, e várias opiniões foram publicadas.

Sabe-se que o exercício físico gera a sensação de bem estar e revigoramento, mas pouca gente sabe o porquê. A maioria das pessoas pensa apenas que alivia o estresse e a tensão muscular, ou porque aumenta a endorfina – hormônio do prazer- no cérebro. No entanto , o exercício proporciona esses benefícios principalmente porque bombeia mais sangue para esse importante órgão, assim levando mais oxigênio e melhorando suas funções.

Pode-se dizer que tal efeito do exercício físico no cérebro é muito mais importante do que o efeito no corpo. Aumentar a função muscular e cardiorrespiratória é um efeito colateral do exercício. O  exercício é para nutrir o cérebro e manter o corpo em boa forma.

Uma vida que não se movimento “mata” o cérebro.

O exercício aumenta a serotonina, a noradrenalina e a dopamina — neurotransmissores importantes envolvidos em pensamentos e emoções. E a deficiência dessas substâncias está relacionada à depressão. Além disso, o estresse intenso corrói as conexões entre bilhões de neurônios no cérebro, e a depressão prolongada atrofia partes do cérebro.

Porém, a prática de exercício físico libera substâncias neuroquímicas e fatores de crescimento como IGF-1, importantes para o metabolismo, proliferação, crescimento e diferenciação celular, para reverter esse processo e fortalecer fisicamente a estrutura subjacente do cérebro.

Em suma, a prática de exercício físico é muito mais que um “gastador de calorias” ou “para emagrecer para o verão”. É algo grandioso que reflete seus benefícios no cérebro e no corpo, e que deve ser adotado como um estilo de vida.

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