Supercomputador japonês sugere mudanças em viagens e trabalho para conter vírus

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu que há “evidências emergentes” de transmissão aérea, mas disse que os estudos ainda não foram comprovados de forma definitiva

Supercomputador japonês sugere mudanças em viagens e trabalho para conter vírus
Desbravando o Japão

Parte da série Coronavírus, em 356 posts

O recente estudo da gigante japonesa Riken, que usa o supercomputador mais rápido do mundo, o Fugaku, para simular como o vírus viaja no ar em vários ambientes, recomendou várias maneiras de reduzir os riscos de infecção em ambientes públicos.

Seu principal pesquisador, Makoto Tsubokura, disse que abrir janelas em trens pode aumentar a ventilação em duas a três vezes, diminuindo a concentração de micróbios no ambiente.

Mas, para obter ventilação adequada, é preciso haver espaços entre os passageiros, mostraram as simulações, representando uma mudança drástica nos trens urbanos notoriamente lotados do Japão.

Outras descobertas recomendaram a instalação de divisórias em escritórios e salas de aula, enquanto em hospitais, as camas devem ser cercadas por cortinas que tocam o teto.

Leia em Reuters (Rocky Swift, Miyoung Kim e Gerry Doyle - Inglês / Foto: Fujitsu Japan)

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