O Primeiro-ministro Fumio Kishida encontrou-se com os autores do processo sobre a antiga Lei de Proteção Eugênica, pedindo sincero perdão em nome do governo.
O perdão tardou, mas veio
Ele afirmou que o governo tem total responsabilidade pelo sofrimento causado. Kishida lamentou profundamente que pessoas tenham sido forçadas a passar por procedimentos de esterilização devido a deficiências ou doenças. Ele também declarou que a antiga Lei de Proteção Eugênica era inconstitucional e que tais cirurgias violavam os direitos humanos.














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