Estrangeiro é detido por engano em Tóquio e polícia emite desculpas

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A Polícia Metropolitana de Tóquio divulgou a detenção de cinco estrangeiros filipinos, com idades em torno dos 30 anos, sob suspeita de permanência ilegal.

Os policiais erraram com o estrangeiro

Um deles foi preso durante a noite, nas instalações da estação JR Ueno, com a alegação de que o seu visto tinha expirado em 1º de março, resultando na detenção por permanência ilegal. Contudo, verificou-se que o suspeito já tinha iniciado o processo de renovação do seu visto. A Polícia Metropolitana de Tóquio libertou o indivíduo e emitiu um pedido de desculpas.

Conforme estipulado pela Lei de Imigração, durante o período de solicitação de renovação, mesmo após o término do prazo de residência, é possível permanecer no país por até dois meses, como uma exceção especial. A Polícia Metropolitana de Tóquio expressou profundo pesar e declarou a intenção de assegurar uma supervisão rigorosa para prevenir futuras ocorrências.

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A Polícia Metropolitana de Tóquio divulgou que cometeu um erro ao deter um homem filipino de 30 anos, que estava como estagiário técnico em Tóquio, na cidade de Higashimurayama, por suspeita de estar ilegalmente no país, conforme a Lei de Imigração e Refugiados. O homem estava atualizando sua permissão de residência, mas isso foi desconsiderado. Ele foi detido por volta das 19h10 do dia 2 e, após cerca de uma hora, foi liberado com um pedido de desculpas.

Conforme relatado pela Polícia Metropolitana, um oficial da polícia ferroviária abordou o homem na estação JR Ueno, que parecia estar andando de forma suspeita. Ao verificar seu cartão de residência, que estava vencido, e ouvir que ele “havia esquecido de realizar o procedimento”, o homem acompanhou o oficial até a delegacia de Ueno por vontade própria.

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A delegacia entrou em contato com a Agência de Serviços de Imigração e Residência através do Departamento de Combate ao Crime Internacional. Apesar da confirmação de que o procedimento estava em curso, o homem foi detido por um erro de supervisão.

Normalmente, se o procedimento está em andamento, isso é registrado no cartão como uma estadia legal, mas o homem parece ter feito a solicitação online, e por isso não havia anotação.

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O Departamento de Combate ao Crime Internacional não informou previamente à delegacia que a prisão não era possível, indicando uma falha na comunicação. Taichi Iwasawa, chefe do Departamento de Administração de Combate ao Crime Organizado, declarou que intensificará o treinamento dos investigadores para evitar que tais erros se repitam.

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