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Réu, integrante de quadrilha de roubo cinematográfico em Tóquio, alega ter sido convidado por um amigo

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Há quatro meses, um assalto à mão armada ocorreu na movimentada rua de Ginza, Tóquio. Três homens mascarados invadiram uma luxuosa loja de relógios, ameaçaram os funcionários com facas e, após roubar cerca de 74 itens avaliados em aproximadamente 300 milhões de ienes, fugiram de carro.

O réu e suas amizades perigosas

Agora, no julgamento, um dos envolvidos, um jovem de 18 anos que estava no terceiro ano do ensino médio, é acusado de roubo à mão armada, entre outros crimes. Segundo a acusação, ele teria ameaçado um funcionário com uma faca, proferindo palavras como ‘deite no chão’ e ‘vou te matar’, antes do início do assalto.

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No entanto, em sua defesa, o jovem nega ter dito tais palavras, embora admita as demais acusações. Ele alega que dois dias antes do incidente, um amigo de escola o convidou para um ‘trabalho’ com uma recompensa de 1 milhão de ienes, dizendo que precisava de sapatos novos.

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Desconfiado, mas confiando no amigo, o réu aceitou o convite sem saber que se tratava de um crime. Ele afirma que jamais teria participado do roubo se soubesse. O jovem argumenta que aceitou o trabalho devido a uma dívida de 150 mil ienes com amigos e familiares.

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No dia do assalto, ao chegar ao local indicado, ele encontrou três homens desconhecidos e descobriu a natureza criminosa da situação. Coagido, ele obedeceu às instruções, vestiu uniforme e foi orientado a colocar 20 relógios em uma bolsa. Sentindo-se ameaçado, planejou fugir assim que possível.

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Ele negou fazer parte da organização e acredita que havia uma estrutura criminosa por trás dos três homens. Inicialmente, o alvo era uma loja de relógios em Ueno, mas mudaram de plano devido à presença policial e atacaram uma loja em Ginza.

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O jovem alega que a ação durou apenas dois minutos e expressou remorso, prometendo compensar as perdas por conta própria. O Ministério Público busca uma sentença de sete anos de prisão, e o veredicto deve ser anunciado em breve.

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