Liberação da Água de Fukushima gera milhares de ligações da China para japoneses 

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A liberação da água tratada de Fukushima gerou uma série contínua de chamadas de assédio provenientes da China em relação ao Japão.

A China e suas reclamações

O Ministério das Relações Exteriores da China evitou fazer comentários, alegando não estar ciente da situação. Nas redes sociais chinesas, várias chamadas de assédio direcionadas ao Japão foram postadas. Uma loja de ramen na província de Fukushima enfrenta chamadas de assédio diárias, com momentos em que chegavam cerca de 12 chamadas por minuto, afetando significativamente as vendas.

China

Desde o início da liberação das águas tratadas na Usina de Fukushima no oceano, chamadas de assédio com o prefixo 86, da China, têm ocorrido em várias regiões do Japão. Uma pessoa que fez chamadas de assédio para uma empresa em Nagoya foi identificada e confrontada. As chamadas de assédio também se dirigiram à Embaixada do Japão e aos consulados japoneses na China.

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Além disso, em escolas japonesas locais, ovos e pedras estão sendo atirados, causando danos. No dia em que a Usina começou a despejar a água no oceano, um tijolo foi atirado em protesto contra a liberação da água tratada na Embaixada do Japão em Pequim, e a pessoa responsável foi detida pelas autoridades.

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No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da China evitou abordar diretamente as chamadas de assédio ao Japão, afirmando repetidamente que não tem conhecimento da situação. Múltiplas chamadas de assédio originadas na China, bem como protestos em frente à Embaixada do Japão e à escola japonesa, têm ocorrido, o que é lamentável.

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O Primeiro-Ministro Kishida também mencionou que pretende transmitir à China as reclamações da comunidade internacional que avaliam a segurança e a transparência. O Ministério das Relações Exteriores aconselha os cidadãos japoneses que planejam viajar para ou permanecer na China a não falar japonês em voz alta desnecessariamente ao sair, a nunca se aproximarem de manifestações de protesto e a não realizarem filmagens com smartphones, entre outras precauções.

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